Por que educação precisa ser livre?

Por que educação de base precisa ser livre
A educação de base é primordial para qualquer pessoa. Principalmente, para pessoas que nascem na pobreza.

Deixar algo tão importante nas mãos de políticos corruptos e burocratas, beira à insanidade mental. Escrevo isso, sem demagogismo ou oportunismo. Aprendi a ler e escrever aos 11 anos. Sei o quanto a educação é importante na vida de um ser humano. E tenho meus motivos para acreditar piamente no que estou falando. Vale frisar que o sistema de funcionalismo público não concede nenhum tipo de incentivo para que o nível educacional seja desenvolvido e melhorado. Galera, o patrono da educação estatal é nada menos que o gramscista Paulo Freire, um verdadeiro assassino do conhecimento. Diferente de um sistema de livre mercado. Onde as instituições de ensino têm que buscar satisfazer o consumidor (alunos e pais responsáveis). Por conta disso, uma gama de incentivos são explorados e desenvolvidos afim de alcançar tal objetivo. Quem ganha com isso? As instituições de ensino e, principalmente, os consumidores de educação. Olha que maravilha!

Um dado bem relevante:

Segundo pesquisa do IBGE, em 2017, 7% das pessoas com mais de 15 anos não sabiam ler nem escrever, o que equivale a 11,5 milhões de analfabetos.

Por que devemos acabar com a educação estatal?

Há quem diga que conhecimento é poder. E por esse motivo, o estado vem intervindo cada vez mais na educação de crianças e jovens. Seja por regulamentação via MEC e outros órgãos que controlam a educação no âmbito geral, seja pela educação estatal. Dessa forma, legitima as ações de políticos e governantes demagogos e populistas usarem da luta em prol da educação para angariar votos e imporem mais impostos na sociedade. Isso concerne um poder fundamental para que o estado exerça controle absoluto sobre todos os cidadãos. Doutrinando esses cidadãos a respeitarem leis arbitrárias, a pilhagem e espoliação estatal desde criança. O estado ensina que toda espoliação sofrida ao longo da vida é para um fim social. E, por fim, uma arma demagógica contra àqueles que discordam de tal mazela: quem ousaria privar alguém de acesso à educação? Se você diz que é contra a educação estatal, logo é tachado de extremista e desumano.

Bastiat já dizia que dos monopólios que o estado têm, o monopólio da educação é o pior de todos. Porque nega aos cidadãos acesso à educação de qualidade proporcionada pelos mecanismos de livre mercado.

A educação de base é responsabilidade das prefeituras municipais e governos estaduais. Posso afirmar sem medo de errar, que mais de 40% das crianças educadas pelo sistema estatal não vão terminar o ensino médio . E aquelas que terminam, a maioria acaba formando sem noções básicas de matemáticas e português. Isso já demonstra o total fracasso da educação estatal. Não preciso citar os inúmeros benefícios que a educação proporcionada pela iniciativa privada pode oferecer. Basta ver o percentual de estudantes oriundos de escolas particulares que passam nas universidades federais. Mas nem tudo são flores. Apesar das escolas particulares serem melhores que as escolas públicas, ainda assim, não conseguem atingir a média mundial. Segundo o PISA, as escolas particulares apresentaram médias abaixo da maioria dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Agora você me pergunta, Leandro, o que você propõe?

Cara. Primeiramente, todo cidadão deveria ser livre para escolher onde e como educar seu filho. Segundo, cada cidadão deveria decidir se quer ou não financiar a podre educação estatal, por meio de impostos. Terceiro, o estado deveria ser a última instância a prover a educação. Uma vez, que a livre iniciativa pode proporcionar um nível educacional muito melhor, mais eficaz e, com toda certeza, muito mais barato. Quarto, o MEC e qualquer órgão regulador do governo deveria ser eliminado. O sistema educacional deveria ser livre de qualquer obstrução. As escolas privadas deveriam batalhar entre si para proporcionar a melhor educação pelo melhor preço. Sem falar, que todas essas instituições lançariam bolsas para estudantes carentes, algo muito superior ao que ocorre atualmente. Trazendo assim, uma evolução educacional que nunca se viu nesse território chamado Brasil.

Você já se perguntou quanto custa financiar um aluno de alguma federal? De acordo com um levantamento, em média, um aluno em universidade federal custou, em 2016, R$ 3.129 por mês (R$ 37.551 no ano). O pior, que quem financia esse escárnio são as classes mais pobres da sociedade, que sequer, sonham em ingressar numa federal. Uma vez que a educação de base proporcionada pelo estado é ridiculamente péssima, salvo algumas exceções. Por exemplo: as escolas técnicas federais. Entretanto, isso ocorre por conta do sistema de vestibular, que possibilita filtrar os melhores alunos. Mas que também evidencia a incapacidade da educação estatal. Uma vez que a maioria dos alunos das escolas técnicas e institutos federais são oriundos de escolas privadas.